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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Rosas de papel

"Trespassaste-me com o olhar. Foi isso. Como uma onda magnética que atravessou o meu corpo e deixou nele algo dela. Uma coisa estranha, algo mais elevado do que aquilo que possa estar ao alcance das explicações humanas e lógicas. You had me at the first glance... E aí, soube instintivamente o que ia acontecer... e sorri...

... It might not be the right time... I might not be the right one..."

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A música da semana XIV

Agora que o Verão acabou (se é que chegou a começar...), esta faz-me lembrar o regresso fugaz ao Algarve...

sábado, 23 de abril de 2011

A música da semana XIII

Andou no repeat do meu ipod durante esta semana, desde que a re-ouvi no concerto de Expensive Soul no passado sábado (grande achado que eu fiz!... Ainda por cima de borla e a ficar a 2 metros do palco... lol). Confesso que não fazia parte da minha selecção musical (estive em dúvida se a adicionava, mas optei por não o fazer pois parecia-me um pouco deprimente...). Mas afinal...

Muito bom. Mas ao vivo tem outro encanto, principalmente pelo "Sparará pauuu"... lol

domingo, 20 de março de 2011

Expensive Soul

O dia do pai, a noite da maior lua dos últimos 18 anos, e a noite do 1º concerto do ano.  

Já há muito tempo (desde que apareceram) que gostava dos singles que os Expensive Soul iam lançando, mas nunca me tinha dado ao trabalho de ouvir os albuns de uma ponta à outra. Depois da curiosidade não concretizada no SW10, lá me decidi a descobrir um pouco mais sobre esta banda e... não é que mais uma vez o meu feelling não me desapontou? Ando viciada em várias músicas (têm-me acompanhado nas minhas viagens diárias há um bom par de meses), e o concerto intimista no São Jorge não podia ter sido melhor. Desde os coros, até aos músicos clássicos (a harpa no "Quero ver-te outra vez" foi sublime!!), passando pelas participações do Rui Veloso com o seu "Porto sentido" e da Kika Santos na "Sinfonia do Amor" (nunca pensei ouvir isto ao vivo!!), até ao cenário, às luzes e claro, toda a mística do espaço e da acústica que proporcionou um verdadeiro ambiente de encontro de amigos. Uma relação fantástica com o público, que me deixou com um sorriso nos lábios. New Max mais contido (e impossibilitado de andar mais longe pelo comprimento do fio do microfone... lol) e a energia e alegria esfuziante de Demo, transpareciam o verdadeiro culminar, numa hora e 45 minutos, de muitos anos de luta por um estilo musical difícil de vingar em Portugal. A selecção musical parecia ter sido feita por mim, saltitando por entre o "Tem calma contigo", com um cheirinho do "Eu e tu o quê?", passando pelo "Dou-te nada", "O Tempo Passa", "Contador de histórias", "Brilho", "Acordo às 5", "Recado", "Só contigo", "Eu não sei", "13 Mulheres", "Sara", "Quero ver-te outra vez", "Falas disso" e terminando com o "O Amor é mágico" (tocado pela segunda vez, para pôr o pessoal mais uma vez aos saltos).

Já há algum tempo que não gostava tanto de um concerto. Aqui fica uma versão d'O amor é mágicuuuuu, parecida à que assisti ao vivo ;)

sábado, 12 de março de 2011

Cativar...

"Porque é que nos destabilizam?" É uma coisa que tenho ouvido muito ultimamente. Às vezes a felicidade passa por uma certa ausência de acontecimentos. Não andamos esfuziantes, mas também não andamos tristes, e às vezes isso basta para que consigamos realizar as coisas do dia a dia, simplesmente por não haver nada que nos destabilize e nos faça perder a vontade, já por si pequena, de fazer as tarefas a que somos obrigados.

Porque nos destabilizam então? Essa pergunta toma mais relevo quando o motivo da destabilização é frívolo. Quando é apenas um jogo com um jogador e uma bola que é manejada da forma que convier. Torna-se simplesmente incompreensível. E lá se vai a concentração. O alvo torna-se completamente diferente, transplantando-se para algo que até há bem pouco tempo simplesmente não interessava.

É mau que nos destabilizem? A água tanto bate na pedra que esta se transforma em pó... e é levada pela corrente para outro sítio qualquer, onde fica perdida quando a maré baixa... A pedra não volta a ser a mesma. A água rouba um pouco dela, dissolve-a, mas continua o seu caminho a desgastar outra costa como se nada fosse... Ou não?

"Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo..."

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Achado musical III

Que um site leva a outro, e que um vídeo leva a outro, já eu sabia há muito tempo. Só não estava à espera de descobrir esta música. A primeira reacção foi pensar que seria uma versão de uma qualquer música (boa por sinal) que eu não conhecia, o que me levou a fazer uma rápida pesquisa pelo google. Curiosamente, parece que é mesmo um original de uma miúda (ou da sua banda) que anda agora na berra (e até já foi dada como potencial vencedora) nos "Ídolos". Não posso dizer que gosto dela a 100%, mas de facto, tenho de admitir que esta música podia muito bem estar a ser cantada por uma qualquer cantora internacional. Curiosamente também, algo me diz que será talvez a única concorrente deste tipo de programas, que ainda irá dar que falar...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Belle Chase Hotel

Decorria o mês de Novembro de 1999, quando um convite inesperado fez-me ir ver estes meninos à Aula Magna. Não conhecia grande coisa, e foi mais um daqueles concertos a que fui apenas por gosto. Surpreendentemente, digamos que foi o concerto mais... estranho... (chamemos-lhe assim) que vi até hoje. Isto porque parecia mais uma peça de teatro, vá, um musical, que outra coisa. Mas, por isso mesmo... adorei!

 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sadness

Às vezes dou por mim a pensar na estupidez que é a minha vida. Uma vida de estudante sempre a correr para chegar ao fim de um trabalho, para fazer um exame, para finalmente poder descansar 5 minutos até que venha o próximo trabalho e o próximo exame... Tem sido assim durante 25 anos... e infelizmente ainda faltam alguns. Ridiculamente, os melhores anos da minha vida já terão passado... ou fugido de mim. O tempo deslizou e continua a passar, caindo entre os meus dedos  como grãos de areia. Começo a olhar para o espelho e a comprovar que realmente o tempo não pára. Pensando bem, parece que ainda ontem estava a entrar em 2010, e já se passou mais de meio ano. Passa-se o tempo a desejar o Verão, a desejar as férias... mas quase já consigo cheirar o seu fim... E vendo bem, o que é que eu tenho no momento presente? Nada muito diferente do que tinha há uns anos... nem nada muito melhor... Noto as pessoas a ficarem mais velhas, e começo a ter medo de nunca lhes ter dito o quão importantes são para mim algumas delas... Falta de jeito talvez... Pode ser mais fácil assim, mas sei que o "nunca mais" traz sempre consigo o arrependimento. O mais triste de tudo é que tenho a certeza que daqui a um ano, dois, três ou quatro, vou sentir exactamente o mesmo que estou a sentir neste momento... um grande vazio sem propósito. 

Enfim... há coisas que nunca mudam...

sábado, 7 de agosto de 2010

Jamiroquai... again!

E lá fui eu a mais um evento repetido: o concerto de Jamiroquai no Sudoeste! Depois de uma viagem longa, com alguns enganos de percurso (para os quais os excelentíssimos agentes da autoridade contribuiram, ao mandar-nos parar numa pseudo-operação stop para tentar arranjar verbas às custas dos festivaleiros mais incautos), lá chegámos a meio de James Morrison. Deu para ouvir a única música que gosto dele (das poucas que conheço), a trincar um belo de um cachorro quente do Psicológico (o meu fornecedor de jantares no Alive). Colbie Caillat foi fraquita... mas para o estilo que é, também não se pode pedir muito. Comeu o seu queijinho, e teve o seu momento alto com duas músicas que não são suas, com a colaboração da voz de 2 elementos da banda. Tive pena de não ter chegado a tempo de Expensive Soul, pois tinha alguma curiosidade. 

Mas o melhor veio mesmo a seguir. Depois de me posicionar cirurgicamente na 2ª fila junto ao gradeamento, aparece o senhor da coroa de penas. O grande Jay Kay, esteve mais uma vez muito bem. Mais comedido do que das outras 3 vezes que o vi, não deixou de fazer um grande espectáculo. Desde Revolution 1993, passando por You give me something, Light years, Alright, Little L, When you gonna learn, Black Capricorn Day, Love Foolosophy, Virtual Insanity, Cosmic Girl, Canned Heat e terminando de maneira bombástica com Deeper Undergound, foram quase 2 horas de muita energia e boa música. Muitas músicas ficaram na algibeira, incluindo as do album Dynamite, mas para isso seria preciso ficarmos ali toda a noite (e ficava! :D). No final, com muito pó e já pouca relva, fica apenas no ar a velha questão... para quando um novo concerto em nome próprio no Pavilhão Atlântico?