domingo, 30 de maio de 2010

A música da semana XI

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Confesso que na altura em que estes meninos andavam na berra, eu não gostava propriamente deles... até porque aquela caracterização era um pouco assustadora para uma miúda que nunca gostou de filmes de terror. Foi já bem mais tarde que comecei a ouvir melhor as músicas deles, e a gostar desta certa "doce melancolia alegre". Aqui fica aquela que, para mim, é a melhor.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Metro

Estou farta de andar de metro. Ok, não tanto pelo metro em si, mas mais pelo caminho que tenho de fazer de e até ele... No entanto, o próprio metro também farta ao fim de algum tempo... Quem diria que eu, que não gostava de conduzir, agora fico com náuseas se não posso ou não é desejável ir no meu bólide para o meu destino! 

Foi um grande progresso a ligação do Saldanha à Alameda (se bem que há uns aninhos atrás é que me tinha dado um jeitaço). No entanto, isso trouxe consigo o fluxo exagerado de pessoas à linha amarela e, para minha desgraça, o ter de andar todos os dias como uma sardinha em lata. Isto porque as carruagens estão simplesmente mal projectadas. Há cadeiras a mais e apoios a menos. Imaginem se os bancos estivessem todos junto à parede e, embora em menor número, proporcionassem mais espaço para os passageiros (que ficariam de pé, o que para certos povos comodistas pode ser um problema). E uma coisa tão simples como um varão que se divide em vários ramos verticais paralelos (em vez de um cilindro único) permitiria que muitas mais pessoas se pudessem apoiar, sem haver mãos a escorregarem umas para cima das outras... Em vez disso, temos 3 metros quadrados de espaço mesmo em frente às portas (que dá muito jeito para quem quer entrar ou sair...). É ridículo. Isto já para não falar no tempo de espera entre cada viagem, mesmo em hora de ponta... Se estivermos com pressa e perdermos o metro que acabou de partir... estamos tramados.

Já compravam as carruagens velhas dos nuestros hermanos... ou estão à espera de quando eles tiverem metros supersónicos?

sábado, 15 de maio de 2010

Quem é vivo, sempre aparece!

Realmente, há coisas do arco da velha... 

Isto faz-me lembrar aquela vez em que fui de férias para Alcoutim e o meu cágado (onde andará ele agora...) desapareceu no 1º dia, e só regressou a "casa" quando estavamos de partida, já a pensarmos que o tinhamos perdido para sempre...

Há 3 meses que perdi uma moeda misteriosamente (sim, porque é, no mínimo, estranho perder, sem reparar, uma coisa que levamos na mão!). Esse facto descambou numa dívida, num atraso e numa viagem com o verdadeiro dilúvio a abater-se sobre mim. Eis senão quando, ontem, já depois do carro ter sido visto, revisto e aspirado, ela aparece a espreitar debaixo do tapete...

Não adianta procurarmos algo desesperadamente... ele só aparece quando bem entender... e quando menos esperamos!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Barcelona

Ora aqui está o tão esperado post. É verdade, no mês passado regressei a Barcelona, desta vez para uma estadia mais prolongada. Antes de lá ter ido pela primeira vez, não percebia o porquê de todos os meus amigos adorarem Barcelona... ou melhor, associei ao facto de presumivelmente ter uma boa vida nocturna e portanto, como eu nunca fui de grandes noitadas, não seria isso que me faria amar uma cidade. Daí o meu cepticismo. Afinal, mas que raio tinha Barcelona de tão especial? Da primeira vez que lá fui, percebi. Barcelona tem algo que mais nenhuma cidade tem. É algo que paira no ar... algo que paira na arquitectura do mais banal edifício, algo que paira no movimento das multidões que todos os dias enchem as ramblas... é tudo isso e a obra de Gaudí...

Entrei na pele do verdadeiro turista (sim, aquele que, com um frio de rachar, vai no piso superior, descapotável, do autocarro turístico, e tira fotografias até aos candeeiros da rua... bem giros por sinal :P), visitei a cidade de uma ponta à outra. E se da primeira vez tinha adorado o pouco que vi, desta vez amei tudo o resto. Desde Montjüic com a sua Fonte mágica, passando pelo bairro gótico, La Rambla com a Boqueria (sumo de coco... nhamy), mil e uma barraquinhas de souvenirs e os mimos com caracterizações fabulosas, o Parc de la Ciutadella e a sua lindíssima fonte, o Arco do Triunfo, o Tibidabo... até a Torre de Agbar que não é nada de especial, consegue dar um toque "diferente" à cidade.

Agora, o que realmente me deixa perdida de amores, são as construções de Gaudí. Nada é deixado ao acaso. Tudo tem um significado, com base nas simples formas e leis da natureza. A Sagrada Família (será que ainda a vou ver construída?) é, no mínimo, imponente. Só tive pena de não ter subido às torres desta vez (ya... cortaram as escadas e a subida era a pagar... a malta é pobre! :P). A Casa Milà, com a sua fachada ondulante, esconde um terraço onde apetece passear por entre as torres que parecem ganhar vida. O Palácio Güell estava parcialmente fechado para obras, mas ainda hei-de ir lá ver com mais pormenor as chaminés. Os Pavilhões Güell, actualmente reduzidos a uma pequena área daquilo que foi uma grande fazenda de uma das familias mais abastadas de Barcelona, são adornados à entrada pelo seu portão com um dragão (sim, daqueles bons para fazer figuras tristes em fotografias :P) e toda uma decoração alusiva a um poema que relata a aventura de Hércules em busca das maçãs douradas.

... Mas há duas coisas que me deixariam feliz... morar na casa Batlló e passar as tardes no Parque Güell (não é pedir muito!)... A Casa Batlló é uma espécie de país das maravilhas, com contornos sinuosos das portas e das escadas, os vitrais coloridos e o terraço em dorso de dragão... O Parque Güell é... indiscritível. Tem recantos verdadeiramente de outro mundo... As casinhas de "gengibre" que apetece mordiscar... E a banda sonora (mais uma vez o cromo da Recuerdos de la Alhambra estava lá) envolve-nos numa magia que só estando lá para sentir... É isso. Foi preciso chegar ao fim deste post para chegar à palavra que melhor define Barcelona: Magia.

P.S. E em Setembro... I'll be back!! :D

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Book

Fico chocada sempre que oiço alguém dizer "não gosto de ler". Aliás, torna-se inevitável, para mim, tecer juízos de valor sobre essa pessoa. Isto porque, o "não ler" traz algumas consequências, a mais grave delas o "não saber escrever". E se há coisa que me faz retirar muitos (muuuuuitos) pontos a alguém, são os erros de escrita.

Pessoalmente, noto uma diferença abismal quando tenho tempo para ler um livro (que não seja científico...). As ideias fluem melhor, as palavras surgem sem que tenha lapsos de memória do tipo "como é que se diz" (que são cada vez mais frequentes... sim, a idade também ajuda :P), e afina-se sempre um pouco mais o vocabulário por aprender ou relembrar certas palavras esquecidas. Às vezes dou por mim com dúvidas de como se escreve determinada palavra, pois já pouco escrevo, e porque muitas vezes leio e releio palavras erradamente escritas. Quantas vezes na faculdade lá surgia um slide com o sem H, com o eXpontaneamente... e quantas vezes isso continua a acontecer!

E para quem acha que os livros são maçudos e nada tecnológicos, pois hoje em dia o que está a dar é jogar Playstation, tirar fotografias com o iPhone, ouvir música no iPod e fazer muitas outras coisas em muitos outros "i's", não lhes fazia mal pegar num livrinho e começar a ler. É um excelente exercício para o cérebro... esse "quase músculo" que hoje em dia é cada vez menos exercitado...

... e até pode ser que depois deixem de cometer erros destes! (sim, sou uma sonhadora...)

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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Quem fala assim...

Depois do hádes, do hádem, do fizestes e outros "éstes", da pírula, e de outros tantos...

... quando é que ganham cambrias na língua com tanto disparate?!!... 

P.S: E já agora uma dorzinha nos rinzes também vinha a calhar...

domingo, 2 de maio de 2010

Momento Zen

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Em breve voltarei a regressar da Costa, com o vidro aberto, ao som de boa música, para delírio da malta estrangeira que passe por mim... lol

Ah... e dia 6 de Agosto... TOU LÁ!!! :D

sábado, 1 de maio de 2010

Misunderstood

Já alguma vez foram acusados de qualquer coisa injustamente, tanto por resultar de uma má interpretação ou simplesmente por ser algo que não aconteceu? E já vos aconteceu ficar sem palavras para se defenderem simplesmente por a situação ser tão descabida, absurda e ridícula?

Das duas uma, ou anda por aí muita gente burra, ou muita gente com má vontade. Sinceramente, preferia a 1ª hipótese... mas infelizmente acho que fica ela por ela...

Ainda bem que a gripe A já passou à história... senão, qualquer dia, um espirro seria interpretado como um plano premeditado e maquiavélico de propagar a peste...