sábado, 13 de setembro de 2014
Captain America's Syndrome
sábado, 2 de março de 2013
Urban Trend e os vouchers
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Um grande vazio sem propósito
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Vodafone e o seu site maravilha
domingo, 27 de janeiro de 2013
Ervas daninhas
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
Inevitabilidade
quarta-feira, 7 de março de 2012
Excepcionais
Acho uma piada extrema quando o Estado cria um regime de excepção para a TAP. De facto há muita gente excepcional por aí, e há que recompensar esse grupo. Deve ser porque trabalham por turnos, ou porque recebem subsídios por fazê-los, bem como subsídios por comerem, por se deslocarem para o trabalho, por existirem e, quiçá, também por respirarem. Ou então se calhar é porque as progressões de carreira são garantidas, bastando ficar sentado à secretária a jogar Farmville, e esperar que os anos passem. Ah, não, esperem, deve ser porque a companhia todos os anos dá milhões de prejuizo (ou não, dependendo de quem faz essas contas). Mas xiuu... sou eu que eu sou má lingua...
Batemos palmas e baixamos mais as calças, porque de facto há que enaltecer as empresas e funcionários que são, de facto, indispensáveis ao país. Vá no máximo dos máximos podemos mandar um ramo de cravos para cada um, numa manisfestação do mais puro revolucionarismo que caracteriza o povinho tuga. Cambada de mansos.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Teoria da conspiração
Adoro os estabelecimentos comerciais (incluindo farmácias...) que não dão informações de preços por telefone...
Têm medo que seja alguma operação de espionagem industrial da concorrência? Ou querem obrigar os possíveis clientes a deslocarem-se às instalações para verem os preços, na esperança que até possam comprar mais qualquer coisinha?
Para mim, é meio caminho andado para não só não me dar a esse trabalho como para nunca mais lá voltar...
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Rosas de papel
"Trespassaste-me com o olhar. Foi isso. Como uma onda magnética que atravessou o meu corpo e deixou nele algo dela. Uma coisa estranha, algo mais elevado do que aquilo que possa estar ao alcance das explicações humanas e lógicas. You had me at the first glance... E aí, soube instintivamente o que ia acontecer... e sorri...
... It might not be the right time... I might not be the right one..."
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Zon The Return - O (des)apoio ao cliente
Ora bem... to whom may concern, caso tenham o azar de ter problemas técnicos (e a probabilidade é graaande!) com necessidade de contactar a Zon, aqui apresento um guia prático das várias formas possíveis de o fazer (ou tentar):
1 - Linha gratuita de apoio ao cliente. Grátis só para a rede fixa (chato se o problema técnico for precisamente na linha telefónica...). Por telemóvel ficam 2 minutos só a escolher opções, e correm o risco de chegar ao final e a gravação dizer-vos que não é possível atender naquele momento. Na melhor das hipóteses deixam o vosso contacto para ligarem de volta e rezam para todos os santinhos para que liguem mesmo...
2 - Pedido de chamada gratuita através do site. Quem vos liga é da área comercial, e está-se perfeitamente a borrifar se estão com problemas técnicos... eles estão ali pra vender (e mesmo assim nem sempre dão as informações correctas sobres os produtos), não para resolver o que quer que seja! Melhor, sendo uma empresa que até fornece serviços telefónicos, estão tão atrasados que não lhes é possível reencaminhar a chamada para o apoio técnico.
3 - Através do site, é possível preencher uma espécie de inquérito que nos conduz à solução do nosso problema. A questão é que a solução apresentada é invariavelmente "Desligue e volte a ligar o equipamento. Caso não resulte, ligue para o apoio técnico".
4 - Ainda através do site, na área de cliente, é possível fazer um pedido (um de cada vez... que eles não podem fazer muita coisa ao mesmo tempo!) de forma a que a Zon nos contacte num prazo de 72h. A primeira dificuldade é encontrar a secção onde possamos relatar o problema (a maioria delas remete-nos a um tipo de questionário que não permite pedir a ajuda pretendida). A segunda dificuldade surge quando a Zon nos contacta, podendo ocorrer 2 situações:
- Vocês não atendem (pelo motivo que for), e não vos voltam a ligar (e no site dão o assunto como resolvido)
- Atendem, a menina diz-vos que vai encaminhar a chamada para o apoio técnico, mas engana-se na tecla e desliga a chamada (...e no site dão o assunto como resolvido)
Se conseguirem sobreviver a todas as pescadinhas de rabo na boca, a todos os contactos inúteis e a todos os operadores incompetentes, têm os meus parabéns. Se explodirem de raiva entretanto, não se esqueçam das palavras chave: rescisão de contrato.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Quem é Zon está... lixado com F!
Querem saber como pagar uma pequena fortuna mensal por um péssimo serviço e atendimento? Façam um contrato com a Zon. Que eram peritos em ficar caladinhos quando o cliente, distraido, está a pagar mais por um serviço do que por 3 serviços diferentes, já eu tinha percebido. Been there, done that e, desde aí, que regularmente estou atenta aos novos "pacotes" que vão surgindo.
Desta vez fiz mais um upgrade (nessa sequência do "pagar menos por mais"). Inicialmente, liguei para a linha de atendimento e, qual não foi o meu espanto, quando me dão informações contraditórias relativamente às do site. No entanto, tendo em conta que já considero "normal" que as pessoas (algumas) que estão nesses call centers têm poucos conhecimentos relativamente ao produto que vendem (à excepção daquele básico de falinhas mansas quando tentam impingir "mega-pseudo-promoções"), voltei a ligar de forma a falar com diferentes operadores, numa espécie de estudo estatístico de conhecimentos... Apesar de se manterem as incongruências, conclui finalmente o seguinte: para NOVOS clientes, a ida do técnico a casa era gratuita, e tinham direito ao hub mais recente. Já eu, que os aturo há 5 anos, teria de pagar 30 euros pela instalação, e 30 euros para o caso de querer adquirir o novo hub. Tendo em conta que o meu modem antigo (que eles me forneceram no último upgrade) não permitia a utilização de um serviço que eu pretendia, e não tendo eu a culpa que me tenham fornecido o pior modem que tinham (sim, porque na altura já havia outro que permitia o tal serviço), fiquei... possessa!
Palavras chave: Rescisão de contrato. Sim, porque pelo que me estavam a dizer, mais valia rescindir e voltar a celebrar contrato com eles (com direito a tudo e um par de botas), ou então mudar para a concorrência. Conclusão: lá veio o técnico e o modem... de borla! A linha telefónica é que, apesar do técnico me ter "prometido" que a mesma estaria activada até ao final do dia, continua, 48h depois, sem sinal. Solução: contactar o apoio técnico. Mas... espera lá! A chamada só é gratuita pela rede fixa (que está sem sinal!!), e o outro contacto gratuito é só para informações comerciais (com a óbvia esperança de aquisição de serviços).
Ligar pelo telemóvel e gastar mais 10 euros para ficar à seca entre transferências de chamadas e "aguarde só um pouco" (been there done that)? Naaa... desta vez vai haver mortos!
sábado, 31 de dezembro de 2011
O ano...
Pelo número de posts que escrevi neste ano, das duas uma, ou andei muito ocupada, ou simplesmente com pouca inspiração ou vontade de escrever. De facto, 2011 foi um ano diferente dos anteriores. De que tenho memória, foi o ano que passou mais depressa (será que a partir daqui vai ser sempre assim?). Foi o ano da conquista de uma liberdade (ou cura, como lhe queiram chamar) há muito desejada. Foi o ano dos concertos de Expensive Soul. Foi o ano em que o Verão foi mais Outono (pelo menos aqui para estes lados). Foi também o ano dos otários (cada vez há mais), dos gays (dos que ainda não sabem que o são) e dos putos estúpidos (também incluidos no grupo anterior). Apenas numa coisa este ano não difere em nada dos outros: acaba exactamente da mesma forma como começou...
Mais valia ter hibernado.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Eufemismos
Porque é que as pessoas insistem em usar eufemismos ou frases feitas para tentar amenizar uma situação que por definição é impossivel melhorar? Basta um "Não gosto de ti.". E pronto. É que nem tenham a tentação de querer dizer logo qualquer coisa a seguir para tentar diminuir a importância ou camuflar um pouco essas palavras, criando uma manobra de distracção de lógica cerebral tipo "so there is a chance!".
É que se formos pegar na lógica, também podemos ter o reverso da medalha... Senão vejamos: "O problema não és tu", "És uma pessoa fantástica"... e então? Pelos vistos, não fantástica o suficiente. "Mereces alguém melhor", "Mereces ser feliz", "Qualquer pessoa gostaria de estar contigo"... e então? De que serve merecer ser feliz? Qual é a verdadeira utilidade dessas afirmações, se a única pessoa com quem gostariamos de estar não o quer (o que por si só transforma logo essa afirmação numa mentira)?
Compreende-se em parte. À primeira vista pode parecer cruel, e daí a reacção humana de querer adulterar um pouco o significado dessas palavras que magoam inevitavelmente. Mas precisamente por ser inevitável deixa de ser cruel. Cruel é fazer acreditar numa coisa que não existe. Crueldade é dar esperanças. Crueldade é dar o doce ao bebé e logo a seguir arrancar-lho das mãos.
Um simples "Não gosto de ti". E pronto. Acabou. Faz-se o luto e segue-se em frente. Sem rodeios. Sem expectativas. Claro que dói. Dói muito. Mas quanto mais depressa se tem consciência da situação, mais depressa nos curamos dela.
Devia existir uma espécie de reacção neurológica que, não só obrigasse à sinceridade de um "Não gosto de ti" curto e grosso, como impedisse de dizer o que quer que fosse a seguir a essas palavras e obrigasse o corpo a fazer meia volta e afastar-se.
Não sei
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Closure
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Síndrome de abstinência
Compreendo perfeitamente o drama dos viciados. A falta da droga pode ser bem dolorosa. Não é uma dor física... é pior. Leva à loucura. E quando achamos que vamos conseguir vencer e deixar o objecto do vicio, lá vem mais uma recaida... e mais um retrocesso a caminho da cura. Não basta força de vontade. Pode ser mesmo necessário fugir e encontrar subterfúgios que nos ajudem nessa fuga. Encontrar apoio, encontrar distracção... O pior é o magnetismo que nos conduz de volta ao ponto inicial, tornando esse distanciamento apenas um desejo racional fugaz.
sábado, 15 de outubro de 2011
Perda de tempo
Até podia vir com o cliché do "arrepende-te só do que não fizeste" ou do "tudo vale a pena e ganha-se sempre qualquer coisa". Até podia vir com a fé, mascarada de pensamento, de que as coisas ainda vão correr muito bem e que a verdadeira felicidade ainda está para vir, and so on. A verdade é que, habituamo-nos ao que é bom... e o problema surge quando esse "bom" não compensa minimamente o "depois"... Esse é o único motivo pelo qual considero uma perda de tempo passar por certas situações. É uma mera questão de diferença de peso nos pratos da balança...
Não se trata de cuspir no prato onde já se comeu, até porque só conhece a tristeza quem já foi feliz. Mas... what's the point? Lamento o passar inglório por certos episódios da vida, pois no final, invariavelmente, a questão é sempre a mesma: Para que é que isto serviu?... E a única resposta possível é "Serviu para passar por mais um período de inevitável e desnecessária tristeza." Uma perda de tempo dupla.
Cada vez tenho mais a certeza de que prefiro a "doce serenidade da planície, que nos permite viver sem grandes subidas e descidas". Passava muito bem sem mais perdas de tempo.







