sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Secret Wishes...

Neste novo ano não se esqueçam...

... peçam ao Universo e ele realizar-vos-á os vossos desejos!

Se os entendidos dizem que sim... vamos lá ver se começo a ser mais optimista...

Café


Finalmente descobri um café com um sabor simplesmente divinal...

... claro que tinha de ser de uma edição limitada... :(

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Pérolas da Função Pública - Parte VII

Eis senão quando, recebo hoje, uma notificação da SS com data de dia 21, a dizer que "não haverá lugar à atribuição do subsídio de doença" com o fundamento de "não ter o registo de remunerações" (e portanto, não ter trabalhado) num mínimo de "6 meses seguidos ou interpolados".

Ora... eu já trabalho, sem interrupções, há 6 anos, e com as alterações que houve na função pública e afins, desconto para a SS há quase 4 anos. Então porque raio?????

Liguei para a linha de apoio (sim! daquelas do "para falar de X prima Y", e lá falei com um assistente, que, obviamente teve acesso a todos os meus dados no computador (sim, porque da maneira como se trabalha lá, eu até pensei que tivesse havido algum incêndio que destruisse os papiros onde têm as informações vitais do trabalho de cada um dos portugueses). Confirmou, portanto, que há muito tempo que ultrapassei o limite de 6 meses necessários para ter direito a subsidio de doença, e como tal, a notificação está errada.

Soluções? Tal e qual como se a notificação estivesse correcta, tenho à mesma de reclamar (presencialmente ou por carta), no prazo de 10 dias úteis, apresentando fotocópia da notificação, do CIT, e já agora da informação de interrupção da baixa (que obviamente não seguiu, uma vez que o processo nem sequer foi aceite). Fiquei também a saber que, apesar da carta ser do dia 21/12, não sendo registada (e, como tal, não existindo provas do dia em que a recebi), o prazo é a partir do dia em que a recebi (ou seja, se calhar só me vai apetecer recebê-la pra semana...). 

Portanto, em poucas palavras, vou ter de perder mais do meu precioso tempo, para dizer a uns incompetentes, aquilo que está registado nos ficheiros deles. Para a próxima talvez receba uma carta a dizer que não existo, para me obrigarem a ir lá mostrar que afinal sou de carne e osso... o que eu faria com muito gosto, se o pudesse provar esmurrando os atrasados mentais responsáveis por tanta imbecilidade.

P.S. Só espero não ser atendida outra vez pela croma psicótica das ideias persecutórias...

Pérolas da Função Pública - Parte VI

Mais uma vez precisei de ficar de baixa... e mais uma vez cometi o maior acto de burrice ao interrompê-la. Por esse mesmo motivo, dirigi-me a uma repartição da SS para, por escrito, dar essa informação (já que, por carta está provado que não vale a pena), visto (teoricamente) ter 5 dias para o fazer.

A senhora que me atendeu, apesar de simpática, tratava-me por "tu" como se nos conhecessemos há anos, escrevia no computador apenas com 1 dedo, e praticamente riu na minha cara ao dizer que não era preciso nada daquilo, uma vez que provavelmente o processo já tinha dado entrada, e o pagamento total já estaria em curso. Dessa forma, o que iria acontecer (mais uma vez!!!) seria eu ter de ir (mais uma vez!!!) à tesouraria para devolver os pagamentos indevidos.

Ok. Respirei fundo. Mas, afinal, no computador ainda nem tinham a informação da minha baixa, o que seria normal, uma vez que tinha sido enviada pelo correio há pouco tempo... (e até que eles leiam alguma coisa... ui! Se é que sabem ler!), e portanto, até poderia ter a esperança de não ser obrigada a voltar lá...

...Naaa ...não sou assim tão ingénua!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Sabedoria popular

- Dá para confirmar se é uma menina?
- Então mas... na outra ecografia o médico não lhe disse que era?
- Sim mas... toda a gente diz que a minha mulher tem cara de quem tem um menino...



Ecografia para quê? Basta perguntar às vizinhas!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Merry Xmas!

E no dia do solstício de Inverno (sim,  a partir de hoje, os dias começam a ser maiores... e, portanto, o Verão está quase aí à porta!!), aqui ficam os meus (nossos) votos de Feliz Natal!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

"Caveman"

Ao princípio um pouco céptica em relação a esta peça, fiquei totalmente rendida ao texto, ao humor e à representação de Manuel Marques. As diferenças entre os homens e as mulheres são retratadas na perfeição, e o que se passava no tempo das cavernas explica muita coisa! O homem caçava, a mulher colhia, e isso reflecte-se ainda nos dias de hoje. O tipo de conversa e de interacção entre homens e entre mulheres são explicadas com toda a lógica, e é ideal para as mulheres que não compreendem os homens e para os homens que não compreendem as mulheres. Em cena no Teatro Armando Cortez, e apesar do preço ser um bocadinho abusivo (aproveitem a promoção leve 4 pague 3, até ao dia 25), é obrigatório! Riam e aprendam!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Animais

No outro dia num programa de televisão, falavam de um canil de abate que está a abarrotar de animais abandonados e, tal como o nome indica, terá de os abater a curto prazo. O que mais me chocou foi saber como é que os animais lá vão parar. São os próprios donos que os levam, e pagam uma taxa para os deixar lá... taxa essa que serve para pagar o medicamento que irá matar aquele que um dia, e durante anos, foi o seu amigo de 4 patas! E mesmo depois de isso lhes ser explicado, não se demovem da sua decisão de condenar à morte um animal que já não lhes interessa. Porque cresceu e aquele carinho inicial por um bebé desapareceu, depois da euforia irreflectida de levar para casa um animal sem ter condições para o ter, sem pensar que vai crescer, vai perder pêlo, vai trazer despesas (às vezes bem elevadas), e vai obrigar a dispender tempo com ele.

Não consigo compreender como as pessoas são capazes de fazer uma coisa dessas. Capazes de tamanha falta de sentimento. É o acto mais egoista que se pode ter. Mas o que se pode esperar quando as pessoas agem exactamente da mesma maneira quando decidem ter um filho porque querem (porque ninguém pede para nascer) apesar de não terem as mínimas condições (emocionais, económicas, sociais) para o ter. A única diferença é que ainda não há hoteis de abate para crianças. Mas muitas vezes o abandono é semelhante. Dá muito trabalho educar uma criança e criá-la com amor, mas temos sempre as Playstations para os entreter. No caso dos animais, quando começam a dar muito trabalho, é mais fácil abandoná-los, pois do ponto de vista social ninguém é condenado por isso.

Há animais ditos racionais que, esses sim, deviam ser abatidos.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Pensamento do dia XIV

"As relações são como um bonsai..."

... têm de ser trabalhadas. Não podem ter sol a mais, não podem ter sol a menos, não podem ter água a mais, não podem ter água a menos...

Margarida Rebelo Pinto

Açúcar

No momento em que o açúcar se esgota e é racionado nos supermercados, constituindo um verdadeiro drama para quem quiser preparar uns docinhos nesta época natalícia, foi confeccionada no Porto a maior aletria do mundo... utilizando 60 kg de açúcar! Ficamos assim com mais um recorde do Guinness (que, a seguir ao futebol, é a única coisa pela qual Portugal luta sempre com unhas e dentes). Ok, pelo menos contribuiu para a angariação de fundos para a Liga Portuguesa Contra o Cancro. Pode ser que agora se lembrem e façam a maior ceia de Natal do Mundo e a ofereçam a quem precisa.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Eremita

Nestes últimos dois longos meses fui outra vez obrigada a voltar a andar de metro. Isto de partilhar o mesmo espaço com os outros, tem muito que se lhe diga. Muitas vezes nem é fácil partilha-lo com os conhecidos, quanto mais com gente que não conhecemos de lado nenhum. Isto porque contactamos com a educação alheia (ou falta dela). Deixamos de ter a protecção que o nosso veículo motorizado nos confere, onde não apanhamos chuva nem frio, onde ouvimos a música que queremos, e onde não temos de aturar a falta de civismo, o barulho, nem o cheiro de ninguém. Cada vez mais, acho que a solidão não é, de todo, negativa.

Isto reporta-me para um episódio que me aconteceu este ano, talvez no último dia de praia. De repente vi a sombra do meu chapéu ser usurpada por duas crianças que surgiram do nada. Quando finalmente me senti incomodada por não poder usar o meu próprio espaço e a minha desejada sombra perante um sol que me carbonizava, tive de perguntar às pequenas criaturas onde estavam os pais delas. Estavam no restaurante atrás da zona dos chapéus. Algures por ali. Para ter filhos assim, vou já ter uns 10. O engraçado, é que, pelos vistos aquelas não eram as únicas crianças que andavam por ali a brincar nos chapéus alheios, e pior, a incomodar quem por lá estava, enquanto os papás faziam a vidinha deles, sem se importarem, e pior, sem lhes explicarem as regras básicas da educação e de como viver em sociedade. 

E daqui surge o mais recente episódio, em que, em pleno refeitório, eu previ que um miúdo com não mais que 4 anos me iria "bater" quando eu passasse, pelo gesto rotativo que iniciou com os braços, a ganhar balanço para o golpe, à medida que eu me aproximava. Devo dizer que não o conhecia, da mesma forma que não conhecia a adorada mãe que nada fez ou disse ao ver o acto educado e civilizado do seu rebento. Talvez um dia mais tarde o seu filhote lhe dê um estalo quando ela não lhe quiser dar dinheiro para uns gramas de coca.

As pessoas não se importam com nada para além delas. E eu só tenho pena de ter sido educada da maneira oposta. Daquela maneira em que não devemos fazer aos outros o que não gostariamos que nos fizessem a nós. Era bem mais feliz se me estivesse a borrifar. Gostava de não ter a noção de que dar um passo para a esquerda é o suficiente para permitir que mais alguém entre no metro. Era bem mais feliz se fizesse ultrapassagens sem me importar de obrigar alguém a travar. Era bem mais feliz se não desviasse o chapéu de chuva para evitar bater no da outra pessoa que vem na minha direcção. Chego à triste conclusão que ser mal educado e egoista, é a única maneira de ser feliz em sociedade. Isto porque não dá para ser feliz lutando contra uma maré negra, podre, sedimentada na ausência de valores.

Às vezes (muitas vezes) só queria ser eremita.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Achado musical III

Que um site leva a outro, e que um vídeo leva a outro, já eu sabia há muito tempo. Só não estava à espera de descobrir esta música. A primeira reacção foi pensar que seria uma versão de uma qualquer música (boa por sinal) que eu não conhecia, o que me levou a fazer uma rápida pesquisa pelo google. Curiosamente, parece que é mesmo um original de uma miúda (ou da sua banda) que anda agora na berra (e até já foi dada como potencial vencedora) nos "Ídolos". Não posso dizer que gosto dela a 100%, mas de facto, tenho de admitir que esta música podia muito bem estar a ser cantada por uma qualquer cantora internacional. Curiosamente também, algo me diz que será talvez a única concorrente deste tipo de programas, que ainda irá dar que falar...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Night's Fashion

Isto de sair à noite, pode ser realmente the vision of hell e, no outro dia deparei-me com um espectáculo decadente a grande escala. Isto porque nunca tinha visto tanta croma junta por metro quadrado...

É certo e sabido que hoje em dia, para sair à noite, as miúdas acham que a indumentária adequada é um conjunto de qualquer top com decote até ao umbigo, uma micro-saia (vulgo, cinto), e sapatos de salto agulha (um mimo para a calçada portuguesa). Tendo em conta as baixas temperaturas e chuva dos últimos dias, é sem dúvida a melhor maneira para sair de casa. Só por aqui já é ridículo. Mas o melhor foi vê-las, de braços abertos, a andar sem usar as articulações dos joelhos, a tentar equilibrar-se a cada passo que davam. E não, não estou a exagerar. Ok, basta sair à rua para encontrar pelo menos uma mulher que usa saltos altos mas que não sabe andar neles. Mas ver assim de repente, umas 5 miúdas (sub-20, de certeza), a desafiarem a lei da gravidade, foi de facto digno de riso... No regresso ainda encontrei outra, sem dúvida mais inteligente, pois caminhava descalça, com as sandalinhas fashion na mão...

Mas mais ridículo ainda, é: qual é o objectivo de toda esta produção? Quando uma mulher/miúda sai para a noite vestida de quenga, está à espera do quê? É que se quer parecer mais vistosa que as amigas, vai conseguir de certeza... mas no mau sentido! E se quer "dar uns beijinhos", também é certinho, mas tem de ter consciência que ele não lhe vai telefonar no dia seguinte...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Lema de vida

"A minha vida não é isto... Isto é um part-time!"

Já há muito tempo que não ouvia uma assim tão boa...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Acordo ortográfico

Num contexto de crise, em que cada vez mais há uma despersonalização de Portugal, há uns dias tive o meu primeiro contacto com o acordo ortográfico. É raro ter tempo/paciência para ler revistas ou jornais, e até para ver televisão, e se calhar por isso ainda não me tinha dado conta. Nunca fui a favor do acordo, mas não era nada que não se estivesse à espera, num país em que não tarda nada e oferecem diplomas de final de curso sem que o aluno tenha feito alguma vez um único exame, e em que, portanto, se investe entusiasticamente na burrice geral (talvez para que os chicos espertos consigam cada vez mais fazer o que lhes dá na real gana).

No outro dia pus-me a ler a Visão... e foi uma sensação estranhíssima. Parecia que estava a ler em "brasileiro". A partir daí reparei que as "novas palavras" estão em todo o lado. É a obrigação do povo "português" de mostra-las, com orgulho, nos jornais, nos rodapés da TV... Imagino as vezes que se "enganam" e voltam atrás para apagar aquelas letrinhas que agora de repente passaram a estar a mais... De facto, ironia do destino, o povo outrora aventureiro acaba por ser conquistado por aqueles que um dia conquistou... e obviamente, nós é que nos temos de adaptar. Mais uns aninhos e tenho a certeza que esta república será uma colónia do Brasil (pelo menos, bananas já temos). E o que dá vontade de rir (ou de chorar), é a maneira como se puseram (e continuam a pôr) a jeito. O próximo passo será sair uma lei que obrigue a falar com sotaque... caso contrário ninguém se entende.... Oi?!

Quanto a mim, vou continuar a escrever exactamente da mesma maneira. Ainda hei-de ver putos a acusarem-me de escrever com erros... Camões lhes perdoe, que eles não sabem o que fazem...

sábado, 2 de outubro de 2010

Barcelona... The return!

Mais uma coisa que consegui fazer: viajar sozinha. Tudo bem que foi por motivos profissionais, e pronto, o destino também ajudou, mas pode ser que deixe de ser parva e comece a viajar sozinha nas férias. Ao princípio estava um pouco sem vontade... Havia, obviamente, locais que eu queria revisitar. No entanto, acabei por rever e ver muitas outras coisas, e reparar em detalhes que me tinham escapado das outras vezes. Talvez também por não ter companhia e, por isso, andar mais depressa, tudo me pareceu extraordinariamente perto. Mas a prova dos Kms que andei, ficou demonstrada na presença de dor em músculos que eu nem sabia que tinha... E a vantagem de estar sozinha foi precisamente essa: ir onde e quando queria, mudar de planos se me apetecesse, estar mais ou menos tempo num sítio sem aborrecer ninguém... ou até esperar pela fotografia perfeita (aquela que apanha o único metro quadrado sem emplastros, num espaço superlotado). 

Desta vez, fui encontrar um site que me ajudou bastante no planeamento. Além dos sítios que nunca me canso de revisitar, descobri mais alguns. 

O Palau de la Música Catalana, vale a pena pela sala de espectáculos, apesar de, mesmo assim, estar à espera de algo mais fabuloso, pelas fotos que tinha visto. Não deixa, contudo, de ser bonito e de ter uma lógica na construção e decoração. 

Desta vez fiz a visita guiada à Sagrada Familia, e subi novamente às torres. Em 6 meses já se notam diferenças. Só não achei muita piada em saber que vão fazer um elevador temporário (porque depois vão destrui-lo!) para que o Papa, em Novembro, possa entrar pela porta principal. E depois ainda dizem que só têm dinheiro para acabar aquilo daqui a 20 anos...

Muitas casas com fachadas surpreendentes, nomeadamente a Calvet, Terrades, Serra, Comalat, Palau del Baró de Quadrás, Sayrach, Palau Montaner, Vicens, Golferichs e Fajol, não esquecendo as óbvias conhecidas do Passeig de Gràcia. Vale a pena ver, e entrar nas que permitem.

O momento alto: ouvir Claire de Lune (sim, desta vez deram-me um audioguia que funcionava e até falava em inglês!) na secção nº8 (traseiras) da casa Batlló, em pleno dia soalheiro... não podia ter sido mais perfeito. Guilty pleasure: saborear um sumo de coco da Boqueria, a passear pela Rambla. Descoberta acidental: El bosc de les fades. A sensação de estar numa floresta encantada... espectacular! Se a descoberta não tivesse sido tão tardia, ainda tinha passado lá algum tempo... Desilusão: O Park Güell foi prejudicado (again!) pelas malditas núvens que arruinaram todas as tardes, mas desta vez entrei nas "casinhas de gengibre"... eheheh! Surpresa: Para acabar, até tive direito ao fabuloso fogo de artifício na Plaça d'Espanya, no final das comemorações de La Mercè. Aqui sabia bem uma companhia... e um abraço no final :)

domingo, 26 de setembro de 2010

Julgamentos

Que as pessoas julgam as outras geralmente com base na simpatia aparente, já não é novidade. Mas não deixou de me surpreender o seguinte comentário do guia do Hospital de la Santa Creu i Sant Pau:

"Montaner era arquitecto, professor, e interessava-se pela comunidade, pois era político! Eu não gosto de Gaudí, pois ele tinha uma dedicação exclusiva ao seu trabalho". 

Bem... de facto o empenho no trabalho é algo asqueroso e completamente inútil. Bom bom, é ser político! Aliás... qualquer arquitecto que se preze, tem de ser, no mínimo, político, filósofo, talhante e cozinheiro!

Ironicamente, este senhor, todo o santo dia, ao sair do seu trabalho no Hospital (que não é nada especial, diga-se de passagem - o Photoshop faz milagres), dá de caras com a Sagrada Familia... Uuui!P.S: Ah! E a rua que liga o Hospital à "pequena" igreja, só se chama... Avenida Gaudí! De certeza que o guia não usa esse percurso no caminho de casa... lol

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Ideias iluminadas I

Começo logo por numerar o título deste post... É que algo me diz que vou ter de falar de muitas mais ideias iluminadas... e melhor, sem dificuldade nenhuma em encontra-las! Até dava para fazer um blog só com este tema!

Vou começar pela ideia iluminada nº1: Construção de lombas.

Ora bem, não há dúvida de que as lombas são um mecanismo de segurança (e de aumento das idas à oficina). Mas quando estas surgem como cogumelos em sítios desnecessários, fico a pensar... Aqui na minha zona, permanentemente em obras (em disputa renhida com a Sagrada Família, tendo a catedral um certo avanço...), conseguem surpreender-me a cada dia que passa. As lombas devem ter sido das primeiras coisas a ser construídas. Aliás, pela quantidade de betão que gastaram nalgumas delas (alturas e larguras dignas de Guiness), acredito mesmo que ficaram temporariamente sem material para a construção dos prédios. Não satisfeitos, e com a continuação das obras obrigando à circulação por um verdadeiro caminho de cabras, conseguiram arranjar mais um sítio para a construção de lombas daquelas fininhas que vêm aos trios. A altura é que era um bocadinho exagerada... ao ponto de, até para tais mentes iluminadas, conseguirem chegar à conclusão de que as tinham de alisar (ou corta-las a metade da altura, melhor dizendo)! Resolvido o primeiro problema permanece o segundo. Para que servem 3 lombas após uma estrada que começa com 10 metros de curva esburacada? Algum louco passará (ou tentará passar) por ali a mais de 10km/h? Há quem diga que se não estivessem ali, os que vêm em sentido contrário mudariam de faixa para evitar as lombas da faixa deles. De facto, era preferível entrar numa curva em contramão e levar com um autocarro de frente, do que passar por cima das malditas lombas... sem dúvida!

Quando eu estava quase a dar uma segunda oportunidade a acreditar que a estupidez humana tinha limites, descubro que Einstein tinha razão. Para que serve um trio de lombas em pleno cruzamento, numa estrada com prioridade, recta, e em que a faixa secundária tem um Stop???? Na prática deixou, portanto, de ter prioridade. É que os do Stop conseguem agora passar bem rapidinho à frente dos da estrada principal...

Depois dos radares (outra ideia iluminadíssima), ainda hei-de ver lombas na 2ª circular e no eixo NS. Ou quiçá na Vasco da Gama!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Fábula

Há muitos anos, um tio meu contou-me a seguinte história em jeito de anedota:

Estavam dois padres sentados à mesa, prontos para jantar, quando lhes é servida uma travessa com dois bifes, um bem mais pequeno que o outro. Nisto, vira-se o padre mais velho e diz para o outro:

- Por favor irmão. É meu convidado. Faça o favor de se servir.

O outro padre não hesita e coloca o bife maior no seu prato. Reparando que o o outro ficou com uma expressão um tanto ou quanto escandalizada, pergunta-lhe o porquê.

- Irmão, apenas acho que seria de bom tom servir-se do bife mais pequeno!
- Hmmm. Então e se fosse você, qual escolheria?
- Meu irmão, o bife mais pequeno, pois claro!
- Então, pois aí o tem.


Não suporto aquelas pessoas pequeninas que se sujeitam a determinadas situações porque querem, mas que ficam fulas se os outros não fazem o mesmo. Se foi uma escolha delas, então porque criticam e invejam os que agem de modo diferente? Oh gentinha ressabiada!...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Belle Chase Hotel

Decorria o mês de Novembro de 1999, quando um convite inesperado fez-me ir ver estes meninos à Aula Magna. Não conhecia grande coisa, e foi mais um daqueles concertos a que fui apenas por gosto. Surpreendentemente, digamos que foi o concerto mais... estranho... (chamemos-lhe assim) que vi até hoje. Isto porque parecia mais uma peça de teatro, vá, um musical, que outra coisa. Mas, por isso mesmo... adorei!

 

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Puzzle

Sempre gostei muito de fazer puzzles, e 4 meses e meio depois de ter trazido este ali da casa Milà, aqui está a obra completa. Não demorou muito tempo a fazer, mas teve muitas interrupções pelo meio. E consegui evitar que o Zizou comesse alguma peça... ele bem que tentou, e eu quase no final já estava a ver que eram mais os espaços por preencher do que as peças restantes... 

Agora estou indecisa se emolduro ou se o desfaço e volto a pôr na caixa! :D

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Coração quente

Fez hoje uma semana que comi o meu 4º e último coração quente deste ano... :Q

Me gusta el corazon caliente con fresa... lolololo

domingo, 5 de setembro de 2010

80's

Não vou falar dos cabelos choque eléctrico, dos padrões de vestuário sui generis ou da extravagância que faz de Lady Gaga uma aprendiz de feiticeira. Vou apenas falar de música.

Eu que vivi os anos 80 desde o início e que, portanto, tenho muitas dessas músicas incluidas no meu imaginário, continuo sem perceber como é que os 80's estão sempre na moda. É in dizer que se gosta da música dos anos 80, é in ouvir a M80, é in ir para uma discoteca para dançar anos 80. Aqui, queiram-me desculpar, mas é que não percebo mesmo. Como é que se dança música dos anos 80? Eu sei como é... também já dancei... É quase como dançar o twist a bordo de uma nave espacial no ano de 3945. Só faltavam lá os meus pais, eufóricos ao som da "Final Countdown". Torna-se suportável apenas se brincarmos com as músicas e, claro, em boa companhia. Confesso que não são muitas as músicas dessa década que me arrepiam no bom sentido (porque no mau... ui!) e, adivinhem, nenhuma dessas é propriamente "dançável". 

Outra coisa que eu acho interessante é o facto de muitos fans desta onda musical nem terem estado grande tempo nos anos 80, ou pelo menos tempo útil (em que se lembrem de facto de ouvir música que não fosse de embalar). Se calhar é por isso mesmo... não têm a noção! (lol... sou tão má!). Esse tipo de revivalismo (no sentido de reviver algo que não se viveu) faz-me muita confusão. É que mesmo na minha geração, torna-se estranho perceber pois, se bem que há várias músicas dos anos 80 que me reportam a momentos específicos da minha vida de criança, eu só comecei a dar real importância e a apreciar e ter consciência da qualidade musical (ou falta dela) na minha adolescência, ou seja... nos 90! E, como tal, para mim os anos 90 sim, those were the days! Terei sempre um carinho especial pelo grunge, mas também houve o boom de outros novos estilos musicais, alguns evoluindo a partir dos anteriores. Nesse sentido, e já que há pouco falava em abanar o capacete, a dance music a partir de 90 está a anos luz (no bom sentido) dos 80's. Ok, os 80's foram o princípio. Tudo tem de evoluir a partir de algo, da mesma maneira que as cassetes deram origem aos Cd's!... Mas agora perguntem-me qual deles prefiro...

Bem sei que gostos não se discutem... e quem sou eu para ir contra 90% da população acima dos 20 anos? Tanta gente não pode estar errada!...

sábado, 4 de setembro de 2010

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

"Crônica do amor"

"(...) Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então? Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome. Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. (...)"

Recebi hoje um email com esta crónica, e não deixou de ser engraçado. Acaba por ser um certo "discurso de perdedor". Uma auto-desculpa para um desejo obcessivo. Ou será que ele é um bandido, mas quando ele me bate, vejo que o "amo" de verdade!? Please... Se criamos a ilusão que atribui uma imagem de perfeição a um balde de esterco, e mesmo quando esse balde começa a atrair moscas varejeiras teimamos em afirmar que são borboletas coloridas, aí, estamos na merda (literalmente... lol!). Mas o Amor não dura para sempre se não cuidarmos dele. Vai-se transformando em pó como uma rocha que é consecutivamente golpeada. E quando o último grão de areia começar a flutuar no ar, quebra-se o feitiço, e percebe-se que realmente há coisas que têm de ser mimadas. No fundo, o Amor também ele próprio tem de ser amado!

Pegando nas palavras da crónica, posso dizer então, e com orgulho, que amo alguém pelos "referenciais". Eu amo alguém que partilha os mesmo gostos e os mesmos interesses comigo. Caso contrário, aquele pequeno pormenor de "eu gostar de rock e ele de chorinho", de "eu adorar praia e ele não", com o passar do tempo acabará por se tornar insuportável, entediante, no mínimo (isto porque o Amor é sempre um pouco menos tolerante do que a paixão...). Eu amo alguém que é "educado", que sabe falar, que sabe escrever (até há relativamente pouco tempo, nunca me tinha dado conta do quão "sexy" é uma boa educação e uma boa escrita). Eu amo alguém que "veste bem" (dentro daquilo que eu acho que é não vestir mal). Mas também amo "pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que ele me dá, pelo magnetismo, pelo jeito de sorrir e pelo beijo dele". Amo outra pessoa "pelas qualidades que ela tem, por ser honesto, simpático e não fumante" (de preferência... lol). Amo-o "pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera". O único problema é ser necessário ter a sorte de existir uma "conjunção estelar" que permita que ele sinta o mesmo...

"Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados."

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sadness

Às vezes dou por mim a pensar na estupidez que é a minha vida. Uma vida de estudante sempre a correr para chegar ao fim de um trabalho, para fazer um exame, para finalmente poder descansar 5 minutos até que venha o próximo trabalho e o próximo exame... Tem sido assim durante 25 anos... e infelizmente ainda faltam alguns. Ridiculamente, os melhores anos da minha vida já terão passado... ou fugido de mim. O tempo deslizou e continua a passar, caindo entre os meus dedos  como grãos de areia. Começo a olhar para o espelho e a comprovar que realmente o tempo não pára. Pensando bem, parece que ainda ontem estava a entrar em 2010, e já se passou mais de meio ano. Passa-se o tempo a desejar o Verão, a desejar as férias... mas quase já consigo cheirar o seu fim... E vendo bem, o que é que eu tenho no momento presente? Nada muito diferente do que tinha há uns anos... nem nada muito melhor... Noto as pessoas a ficarem mais velhas, e começo a ter medo de nunca lhes ter dito o quão importantes são para mim algumas delas... Falta de jeito talvez... Pode ser mais fácil assim, mas sei que o "nunca mais" traz sempre consigo o arrependimento. O mais triste de tudo é que tenho a certeza que daqui a um ano, dois, três ou quatro, vou sentir exactamente o mesmo que estou a sentir neste momento... um grande vazio sem propósito. 

Enfim... há coisas que nunca mudam...

sábado, 7 de agosto de 2010

Jamiroquai... again!

E lá fui eu a mais um evento repetido: o concerto de Jamiroquai no Sudoeste! Depois de uma viagem longa, com alguns enganos de percurso (para os quais os excelentíssimos agentes da autoridade contribuiram, ao mandar-nos parar numa pseudo-operação stop para tentar arranjar verbas às custas dos festivaleiros mais incautos), lá chegámos a meio de James Morrison. Deu para ouvir a única música que gosto dele (das poucas que conheço), a trincar um belo de um cachorro quente do Psicológico (o meu fornecedor de jantares no Alive). Colbie Caillat foi fraquita... mas para o estilo que é, também não se pode pedir muito. Comeu o seu queijinho, e teve o seu momento alto com duas músicas que não são suas, com a colaboração da voz de 2 elementos da banda. Tive pena de não ter chegado a tempo de Expensive Soul, pois tinha alguma curiosidade. 

Mas o melhor veio mesmo a seguir. Depois de me posicionar cirurgicamente na 2ª fila junto ao gradeamento, aparece o senhor da coroa de penas. O grande Jay Kay, esteve mais uma vez muito bem. Mais comedido do que das outras 3 vezes que o vi, não deixou de fazer um grande espectáculo. Desde Revolution 1993, passando por You give me something, Light years, Alright, Little L, When you gonna learn, Black Capricorn Day, Love Foolosophy, Virtual Insanity, Cosmic Girl, Canned Heat e terminando de maneira bombástica com Deeper Undergound, foram quase 2 horas de muita energia e boa música. Muitas músicas ficaram na algibeira, incluindo as do album Dynamite, mas para isso seria preciso ficarmos ali toda a noite (e ficava! :D). No final, com muito pó e já pouca relva, fica apenas no ar a velha questão... para quando um novo concerto em nome próprio no Pavilhão Atlântico?

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

As obras completas... again!

Fui ontem pela 4ª vez, e 14 anos depois da 1ª, ver "As obras completas de William Shakespeare em 97 minutos". Como já referi noutras alturas, gostei de todas as peças que vi da Companhia Teatral do Chiado, desde "O mocho e a gatinha", "As vampiras lésbicas de Sodoma" até à "Arte do crime". No entanto, esta é, até hoje, a que mais gostei de ver, pois faz-me rir do princípio ao fim. Desta vez, foi especial, pois foi a última representação desta peça pelo Simão Rubim, que deixa agora a CTC. Como tal, fiz questão de ir ver, pois penso que ele era o espírito da peça e muita da piada se vai perder com a sua saída. Não sei quem o irá substituir, mas tem o grande desafio de tentar chegar perto do nível de actuação do Simão.  

Mais uma vez, adorei. Desta vez a minha mala não foi parar às mãos do João Carracedo, mas fui vítima da "má disposição" da "Julieta"... Tive pena de terem encurtado a interacção com o público na parte do ego, super-ego e afins (sempre gostei do "Deixa-te de merdas Hamlet!...") e de não ter havido aquele momento de "stand-up" com o Simão no final. De qualquer maneira, foi mais um serão bem passado. Aguardarei por novos projectos, ficando o lamento de não ter ido ver esta peça mais vezes, porque fui sempre deixando para amanhã o que podia ter feito ontem...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O cromo da écharpe

A "minha" praia este ano tem perdido qualidades... Já nem falo no facto de estar numa fase em que não me apetece ir sozinha, e em que o ter ou não companhia tornou-se o factor mais importante na decisão. A banda sonora está terrivelmente terrível. Até os petit gateaux andam demasiado cozidos e o sumo de morango insuficientemente doce e fresco... Ultimamente tem havido assaltos a carros na entrada da praia... E então não é que agora também começou a ser mal frequentada?

A primeira vez que reparámos no "cromo da écharpe" estava ele a meter conversa com um grupo de jovens espanholas. A partir daí têm sido sucessivos episódios deprimentes. Amigos, aqui vai uma série de dicas para que não cheguem aos 40-50 anos a fazer figuras tristes... as mulheres (ou pelo menos, aquelas que valem a pena), não apreciam estas coisas num homem...

1 - Não usem lenços como toalha de praia... uma mulher pode fazer isso... mas a um homem dá-lhe  um ar de pseudo-metrossexual bichona. Homem que é homem, usa toalha!

2 - Se estiverem num grupo de gajos, não falem alto para chamar as atenções, e muito menos se for através de palavrões ou de conversas do género "ah, ontem comi aquela gaja muita boa da discoteca". Isso é admissível apenas em voz baixa, no círculo de amigos (e não se esqueçam que eles reconhecem melhor que ninguém essa conversa do pescador que se vangloria do peixe que não pescou), ou quando não está qualquer mulher presente (sim, porque para a espécie Cromus écharpis qualquer ser humano com 2 cromossomas X, é uma potencial presa). Melhor, não tenham esse tipo de conversas e atitudes em frente aos filhos (sub-10) dos amigos... os homens já são poucos, por isso não destruam uma nova geração com esses "ensinamentos".

3 -Não façam telefonemas a percorrer a vossa lista de contactos à espera que alguma das vossas "amigas" ceda por cansaço. Essa coisa do "Então e hoje, não? E amanhã, não? E depois de amanhã?" é muito degradante... Ah, e correm o risco de quem vê de fora poder pensar que, ou estão com o telemóvel desligado (e nesse caso, tirem o som das chamadas, não vão receber alguma durante a farsa...), ou estão a ligar para o voice mail...

4 - Sempre que passa uma mulher por vocês, não rodem a cabeça. Se querem olhar, aproveitem a subtileza que os óculos escuros vos oferecem (sim, qualquer Cromus echarpis que se preze tem um acessório imprescindível: óculos de sol, com lentes escuras ou espelhadas)

5- Quando têm 10 anos (ou são trolhas), até podem tentar meter conversa com raparigas a mandar bocas como se estivessem a meter-se na conversa delas. Podem tentar... mas não resulta!

6 - Cometendo este tipo de erros só poderão ter sucesso em 3 situações: com o mulherio "Cheliano" (sem desprimor para as eventuais residentes com classe) habituado a este tipo de educação e tratamento; com o mulherio interesseiro, se tiverem a carteira bem recheada; com todo o mulherio se forem... o Brad Pitt (nem que seja só pra uma dentadinha... lolol). 

Aiai... onde andam os homens com classe? Viraram todos para o outro lado?

terça-feira, 27 de julho de 2010

Oficinas Smart Mercedes - O primor da (in)competência

Na 1ª revisão do meu bólide, tudo correu bem. Claro. Carro novo, sem problemas... até aspiraram! A partir daí foram só episódios... só tive pena de não os mandar à fava logo no 1º... mas lá está, o pessoal até pensa que levando o carro à marca fica melhor servido, pois afinal, eles devem conhecer bem os carros que vendem! Ou será que não? Vejamos então a Santogal no seu esplendor:

1º Episódio: Depois de um "beijo" num outro carro, levei o meu bólide à Smart para o repararem, uma vez que não me apetecia que o capô voasse, tendo em conta o barulho ameaçador que fazia a partir dos 100 km/h. No dia seguinte tive de lá voltar, pois continuava a fazer exactamente o mesmo barulho. E o que é que um dos mecânicos me diz depois de tirar o capô? "Ah... o meu colega esqueceu-se de pôr aqui umas peças...". ESQUECEU-SE???? Gajos que na altura ganhavam 44€/h, esquecem-se de pôr peças nos carros? É assim que se trabalha na Mercedes/Smart?

2º Episódio: 3ª revisão. Vou buscar o carro, e o cromo vira-se para mim "Hmm... tá a ver este barulho no ar condicionado? Isto não é normal. Tem de levar o carro à Smart.". Tenho de levar o carro à Smart? Mas aquilo era o quê? A Peugeot????

3º Episódio: Levo o carro porque começou a fazer um barulho estranho quando ligava e desligava. "Ah... isto é porque o ventilador vibra e toca no motor. É preciso ser substituído por um melhor que tem umas borrachas à volta e já não faz atrito. Temos de mandar vir a peça, mas deixe o seu contacto que depois ligamos-lhe."

Mais tarde, vim a descobrir que não só da 1ª vez se tinham "esquecido" de pôr umas peças, como não deram conta (ou não se deram ao trabalho) de mudar uma peça da estrutura que estava partida. Como se não bastasse, o suposto barulho do ventilador, foi-se agravando... e, afinal, era um apoio, por baixo do carro, que estava partido.

Conclusão: Não só vou passar a gastar muito menos de 300 euros por cada revisão, como também terei o carro limpo (em vez de "salpicado") e aspirado de cada vez que o levar à oficina... (coisa que são incapazes de fazer na Smart... )

P.S1: Continuo à espera que me contactem quando chegar a peça (sim... ainda só se passaram 2 meses!...)P.S2: Tenho de ir ver os meus travões... Tendo em conta que por duas vezes me disseram ser normal aquele "guinchar", cá para mim deve ser mesmo falta de pastilhas... (será que também se esqueceram de as pôr?...)

terça-feira, 13 de julho de 2010

I can't get no sleep...

Não consigo dormir.

Eu sei que a ansiedade não resolve nada. Eu sei que não adianta sofrer por antecipação. Sei até que costumo disfarçar bem esse sentimento, apesar de involuntariamente... mas... não consigo dormir e estou-me a passar com isso! 

Só me apetece dizer palavrões..... AGHHH!!!

domingo, 11 de julho de 2010

Optimus Alive 2010

1º Dia

Depois de uma série de contratempos que me impediram de chegar mais cedo, dou por mim numa "fila" gigante (se é que se pode chamar fila a um aglomerado de pessoas). Isto não seria grave se os Alice in Chains ainda não estivessem em palco... (AAAAAAGGGGGGGGHHHH!!!). Enquanto isso, pessoal com bilhete para 1 ou 2 dias entrava na boa. E tudo isto porquê? Porque tiveram a brilhante ideia de dar logo a pulseira a cada pessoa que entrasse. Não se lembraram que cortar o picotado do bilhete, pôr a pulseira, prender a pulseira e rasgar o bilhete restante, demora tempo, tempo esse que, multiplicado por todos aqueles que pagaram 90 euros para entrar, se torna astronómico! (relembro que o passe de 3 dias esgotou... portanto, muita gente mesmo!). Não se lembraram que podia haver quem não quisesse pulseira, ou que a poderiamos ir buscar depois! Aliás, pulseira muito ranhosa, diga-se de passagem. Quem é que se lembrou de fazer uma pulseira de tecido? (Provavelmente os mesmos que se lembraram de provocar aquele congestionamento...). Tomar um banhinho quando se chega a casa cheio de pó, dá sempre jeito... mas... o tecido não seca tão depressa! Enfim, lá se lembraram de deixar o pessoal entrar (sem picarem bilhete nem nada!) e lá vi o possível de AIC, apesar de não ser o mesmo sem Layne Staley.. :(

Faith no More teve a sua piada, principalmente pelas capacidades linguísticas de Mike Patton. Falou em Espanhol, arranhou italiano e "brasileiro"... mas ficou convencido que tudo o que disse foi em português. À pala disso, conseguiu arruinar a "Evidence", cantando-a por inteiro em portunhol... 

Valeu a companhia e o bolero emprestado... caso contrário tinha ficado logo ali... em hipotermia!

Ainda à pala da fabulosa (des)organização, muitos bilhetes não rasgados foram apanhados do chão... e muita gente ganhou uma pulseira de 3 dias (além da eventual pulseira de 2 dias que já tinham, e que puderam oferecer posteriormente a alguém...).  Ora, posto isso, o 3º dia avizinhava-se hiper-esgotado...

2º Dia

- "Não traz mala??" - Policia surpreendido por ver uma mulher (eu) só com a roupinha do corpo e uma pulseira... Vá, e o tlm no bolso...

Tirando este episódio "hilariante"... A noite foi bem mais quente que a primeira, não só porque já ia prevenida com casaco, mas também pelos concertos de Gossip e Skunk Anansie. Fiquei surpreendida. Geralmente não morro de amores por bandas com vocalistas femininas, mas estas duas, sim senhor, estiveram muito bem.

Descobri agora que a "miudagem" substituiu o cântico futebolístico pelo início da "Seven Nation Army" para pedir encores... Ando completamente out!

3º Dia

Nas palavras dos Mini Drunfes "Furámos, furámos, até chegar à frente!", e Pearl Jam foi simplesmente.... LINDO! Até me vieram as lágrimas aos olhos... Pensando bem, já oiço estes meninos desde que começaram... o que corresponde a mais de metade da minha vida! Eddie Vedder, falou em português de Camões (com uma cábula, mas não interessa :P) e fez-nos sentir como um grande grupo de amigos que se junta para ouvir umas histórias... Só estando lá é que dá para perceber...

Já me tinha esquecido o quanto odeio pessoal que leva a mochila para os concertos, ou que passa o tempo todo de braço no ar para filmar (com uma imagem ridiculamente má!) em vez de curtir o som... 

Para o ano há mais! (Se vierem os STP, tou lá!!! :D)

domingo, 4 de julho de 2010

Pensamento do dia XIII

"Não procures o príncipe encantado. Procura, antes, o lobo mau: ouve-te melhor, vê-te melhor e ainda te come."

Genial...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Nuvem Negra... NN para os amigos...

Estou farta desta fase. Este mês começou mal, continuou mal e acabou ainda pior. Tudo ao contrário do planeado e do desejado, e com a lei de Murphy a funcionar na perfeição até nos mais pequenos pormenores.

Para quando uma coisinha boa? Para compensar este mês teria de ser uma coisa mesmo muuuuuito boa... mas eu já nem peço muito...

Vá lá!! Só uma coisinha!!!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Filmes pipoca

Em jeito de introdução, e para quem nunca ouviu falar, o conceito de "filme pipoca" corresponde basicamente a algo light, que não puxa muito pela inteligência, que dá para rir um pouco ou pelo menos passar um bom bocado, mas sem cair no extremo do "filme da TVI no domingo à tarde".

Ultimamente os filmes em cartaz não me têm suscitado grande excitação, mas também, devo admitir que não ando numa onda de filmes muito profundos... E daí, na última semana vi 3 "filminhos pipoca" bem fixes... (dentro do género, claro).

"O sexo e a cidade 2". Confesso que não seguia a série, e apesar de ter visto o 1º filme, já não me lembro de quase nada (lá está, mais um dos efeitos colaterais do conceito "pipoca"). As aventuras da Samantha, e a imagem das personagens nos anos 80, são o momento alto do filme. De resto, novamente a abordagem de várias situações que surgem numa relação, interpretadas do ponto de vista feminino.

"The Ugly Truth" (não sei a tradução em português, mas provavelmente não tem nada a ver... lol). Bem, de facto são ditas muitas "ugly truths" neste filme. Aqui é o ponto de vista masculino que impera, e que mostra como coisas tão simples conseguem sempre tornar-se complicadas na cabeça de uma mulher.

"Prince of Persia". Dentro do estilo "A Múmia", "Indiana Jones" e afins, é um filme de aventura, com bonitos cenários, uma história engraçada e de puro entretenimento (neste não se pensa mesmo em naaaaaaada!... ok, talvez nos abdominais do Dastan... lolol). Gostei. 

Todos com finais felizes, que é o que se pretende... Para o resto já basta a realidade!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pensamento do dia XII

"É uma treta ter a certeza do que se quer, e a grande dúvida se o vamos ter..."

Uma mega-treta, para não dizer outra coisa... Com a dúvida vem o medo... e o medo não nos deixa ser nós próprios... Acabamos por nos render às evidências ou à falta de esperança...

Não há nada como a doce serenidade da planície, que nos permite viver sem grandes subidas e descidas, sem o "em função de"...

... ou talvez não...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

mIRC

Ontem dei comigo a relembrar o velhinho mIRC. Já se passaram quase 12 anos desde a primeira vez que lá entrei, por curiosidade de uma colega. E foi assim que, indirectamente através de uma outra colega, ganhei uma alcunha, coisa que eu nunca tinha tido na vida. Ainda hoje, muitos dos meus amigos me tratam por esse nickname...

Com o aparecimento do Messenger, com a sua estética colorida e "cocozices", o mIRC praticamente foi esquecido. No entanto, não posso deixar de recorda-lo com alguma saudade. O seu ecrã e comandos a lembrar o ainda mais velhinho MS-DOS, a existência de canais, onde se podia falar com quem se quisesse (lembram-se do "dd tc?") ou criar um para juntar os amigos, a possibilidade de fazer "resume" na recepção de um ficheiro... 

Bem, pelo menos agora dá para jogar ao "Bandeiras do Draga-Minas"... lol

/me está nostálgica...

domingo, 30 de maio de 2010

A música da semana XI

Confesso que na altura em que estes meninos andavam na berra, eu não gostava propriamente deles... até porque aquela caracterização era um pouco assustadora para uma miúda que nunca gostou de filmes de terror. Foi já bem mais tarde que comecei a ouvir melhor as músicas deles, e a gostar desta certa "doce melancolia alegre". Aqui fica aquela que, para mim, é a melhor.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Metro

Estou farta de andar de metro. Ok, não tanto pelo metro em si, mas mais pelo caminho que tenho de fazer de e até ele... No entanto, o próprio metro também farta ao fim de algum tempo... Quem diria que eu, que não gostava de conduzir, agora fico com náuseas se não posso ou não é desejável ir no meu bólide para o meu destino! 

Foi um grande progresso a ligação do Saldanha à Alameda (se bem que há uns aninhos atrás é que me tinha dado um jeitaço). No entanto, isso trouxe consigo o fluxo exagerado de pessoas à linha amarela e, para minha desgraça, o ter de andar todos os dias como uma sardinha em lata. Isto porque as carruagens estão simplesmente mal projectadas. Há cadeiras a mais e apoios a menos. Imaginem se os bancos estivessem todos junto à parede e, embora em menor número, proporcionassem mais espaço para os passageiros (que ficariam de pé, o que para certos povos comodistas pode ser um problema). E uma coisa tão simples como um varão que se divide em vários ramos verticais paralelos (em vez de um cilindro único) permitiria que muitas mais pessoas se pudessem apoiar, sem haver mãos a escorregarem umas para cima das outras... Em vez disso, temos 3 metros quadrados de espaço mesmo em frente às portas (que dá muito jeito para quem quer entrar ou sair...). É ridículo. Isto já para não falar no tempo de espera entre cada viagem, mesmo em hora de ponta... Se estivermos com pressa e perdermos o metro que acabou de partir... estamos tramados.

Já compravam as carruagens velhas dos nuestros hermanos... ou estão à espera de quando eles tiverem metros supersónicos?

sábado, 15 de maio de 2010

Quem é vivo, sempre aparece!

Realmente, há coisas do arco da velha... 

Isto faz-me lembrar aquela vez em que fui de férias para Alcoutim e o meu cágado (onde andará ele agora...) desapareceu no 1º dia, e só regressou a "casa" quando estavamos de partida, já a pensarmos que o tinhamos perdido para sempre...

Há 3 meses que perdi uma moeda misteriosamente (sim, porque é, no mínimo, estranho perder, sem reparar, uma coisa que levamos na mão!). Esse facto descambou numa dívida, num atraso e numa viagem com o verdadeiro dilúvio a abater-se sobre mim. Eis senão quando, ontem, já depois do carro ter sido visto, revisto e aspirado, ela aparece a espreitar debaixo do tapete...

Não adianta procurarmos algo desesperadamente... ele só aparece quando bem entender... e quando menos esperamos!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Barcelona

Ora aqui está o tão esperado post. É verdade, no mês passado regressei a Barcelona, desta vez para uma estadia mais prolongada. Antes de lá ter ido pela primeira vez, não percebia o porquê de todos os meus amigos adorarem Barcelona... ou melhor, associei ao facto de presumivelmente ter uma boa vida nocturna e portanto, como eu nunca fui de grandes noitadas, não seria isso que me faria amar uma cidade. Daí o meu cepticismo. Afinal, mas que raio tinha Barcelona de tão especial? Da primeira vez que lá fui, percebi. Barcelona tem algo que mais nenhuma cidade tem. É algo que paira no ar... algo que paira na arquitectura do mais banal edifício, algo que paira no movimento das multidões que todos os dias enchem as ramblas... é tudo isso e a obra de Gaudí...

Entrei na pele do verdadeiro turista (sim, aquele que, com um frio de rachar, vai no piso superior, descapotável, do autocarro turístico, e tira fotografias até aos candeeiros da rua... bem giros por sinal :P), visitei a cidade de uma ponta à outra. E se da primeira vez tinha adorado o pouco que vi, desta vez amei tudo o resto. Desde Montjüic com a sua Fonte mágica, passando pelo bairro gótico, La Rambla com a Boqueria (sumo de coco... nhamy), mil e uma barraquinhas de souvenirs e os mimos com caracterizações fabulosas, o Parc de la Ciutadella e a sua lindíssima fonte, o Arco do Triunfo, o Tibidabo... até a Torre de Agbar que não é nada de especial, consegue dar um toque "diferente" à cidade.

Agora, o que realmente me deixa perdida de amores, são as construções de Gaudí. Nada é deixado ao acaso. Tudo tem um significado, com base nas simples formas e leis da natureza. A Sagrada Família (será que ainda a vou ver construída?) é, no mínimo, imponente. Só tive pena de não ter subido às torres desta vez (ya... cortaram as escadas e a subida era a pagar... a malta é pobre! :P). A Casa Milà, com a sua fachada ondulante, esconde um terraço onde apetece passear por entre as torres que parecem ganhar vida. O Palácio Güell estava parcialmente fechado para obras, mas ainda hei-de ir lá ver com mais pormenor as chaminés. Os Pavilhões Güell, actualmente reduzidos a uma pequena área daquilo que foi uma grande fazenda de uma das familias mais abastadas de Barcelona, são adornados à entrada pelo seu portão com um dragão (sim, daqueles bons para fazer figuras tristes em fotografias :P) e toda uma decoração alusiva a um poema que relata a aventura de Hércules em busca das maçãs douradas.

... Mas há duas coisas que me deixariam feliz... morar na casa Batlló e passar as tardes no Parque Güell (não é pedir muito!)... A Casa Batlló é uma espécie de país das maravilhas, com contornos sinuosos das portas e das escadas, os vitrais coloridos e o terraço em dorso de dragão... O Parque Güell é... indiscritível. Tem recantos verdadeiramente de outro mundo... As casinhas de "gengibre" que apetece mordiscar... E a banda sonora (mais uma vez o cromo da Recuerdos de la Alhambra estava lá) envolve-nos numa magia que só estando lá para sentir... É isso. Foi preciso chegar ao fim deste post para chegar à palavra que melhor define Barcelona: Magia.

P.S. E em Setembro... I'll be back!! :D

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Book

Fico chocada sempre que oiço alguém dizer "não gosto de ler". Aliás, torna-se inevitável, para mim, tecer juízos de valor sobre essa pessoa. Isto porque, o "não ler" traz algumas consequências, a mais grave delas o "não saber escrever". E se há coisa que me faz retirar muitos (muuuuuitos) pontos a alguém, são os erros de escrita.

Pessoalmente, noto uma diferença abismal quando tenho tempo para ler um livro (que não seja científico...). As ideias fluem melhor, as palavras surgem sem que tenha lapsos de memória do tipo "como é que se diz" (que são cada vez mais frequentes... sim, a idade também ajuda :P), e afina-se sempre um pouco mais o vocabulário por aprender ou relembrar certas palavras esquecidas. Às vezes dou por mim com dúvidas de como se escreve determinada palavra, pois já pouco escrevo, e porque muitas vezes leio e releio palavras erradamente escritas. Quantas vezes na faculdade lá surgia um slide com o sem H, com o eXpontaneamente... e quantas vezes isso continua a acontecer!

E para quem acha que os livros são maçudos e nada tecnológicos, pois hoje em dia o que está a dar é jogar Playstation, tirar fotografias com o iPhone, ouvir música no iPod e fazer muitas outras coisas em muitos outros "i's", não lhes fazia mal pegar num livrinho e começar a ler. É um excelente exercício para o cérebro... esse "quase músculo" que hoje em dia é cada vez menos exercitado...

... e até pode ser que depois deixem de cometer erros destes! (sim, sou uma sonhadora...)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Quem fala assim...

Depois do hádes, do hádem, do fizestes e outros "éstes", da pírula, e de outros tantos...

... quando é que ganham cambrias na língua com tanto disparate?!!... 

P.S: E já agora uma dorzinha nos rinzes também vinha a calhar...

domingo, 2 de maio de 2010

Momento Zen


Em breve voltarei a regressar da Costa, com o vidro aberto, ao som de boa música, para delírio da malta estrangeira que passe por mim... lol

Ah... e dia 6 de Agosto... TOU LÁ!!! :D

sábado, 1 de maio de 2010

Misunderstood

Já alguma vez foram acusados de qualquer coisa injustamente, tanto por resultar de uma má interpretação ou simplesmente por ser algo que não aconteceu? E já vos aconteceu ficar sem palavras para se defenderem simplesmente por a situação ser tão descabida, absurda e ridícula?

Das duas uma, ou anda por aí muita gente burra, ou muita gente com má vontade. Sinceramente, preferia a 1ª hipótese... mas infelizmente acho que fica ela por ela...

Ainda bem que a gripe A já passou à história... senão, qualquer dia, um espirro seria interpretado como um plano premeditado e maquiavélico de propagar a peste... 

terça-feira, 27 de abril de 2010

Under Construction



Está em construção um post sobre Barcelona... 

... tal como muitas outras coisas ainda por construir... :)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Manipulação

Imaginem o que é ter alguém a culpar-vos de ser o que não são, de fazerem o que nunca fizeram, de quererem o que não querem. É mau não é? Injusto, no mínimo.

Agora imaginem que, afinal, quem vos culpa é que é o culpado, que fez aquilo de que vos acusa, que quer aquilo que diz vocês quererem. Hilariante, no mínimo.

E finalmente, imaginem que, esse alguém, ao exercer esse tipo de transferência para vocês, quer com tudo isso fazer-se passar por coitadinho injustiçado, e fazer-vos sentir, de facto, culpados e com a necessidade de irem a correr pedir perdão por um crime que não cometeram. De mestre... no mínimo!

domingo, 11 de abril de 2010

Dúvida do dia

Questão levantada por uma amiga:

"Porque é que os homens só gostam das galdérias?"

Bem, aqui o termo "galdéria" pode ter significados muito diferentes e abrangentes. Obviamente que ela não se estaria a referir às "ladys na mesa e loucas na cama", mas às outras... as que são "galdérias" dentro e fora de casa. Aquelas que não fazem a mais pálida ideia do que é ter classe (ou porque não conseguem ter, mesmo que tentem). Aquelas que não olham a meios para atingir os fins. E claro, os cromos mais difíceis... aquelas que à primeira vista até podem parecer umas "senhoras" mas afinal é só "história para boi dormir".

Eu tenho as minhas teorias... E já ganhei alguns jantares à conta delas... mas já agora...

... Meninos!... aceitam-se respostas a esta dúvida existencial. Expliquem lá porquê! :P

sábado, 10 de abril de 2010

Tomatada

Ora aqui está o meu almoço de hoje... uma das minhas especialidades (que mesmo assim fica a anos luz da minha mãe). Sim, o aspecto não é dos melhores (continuo a compara-lo com um qualquer vomitado). Ok, os tomates não estavam no melhor grau de amadurecimento, e as batatas eram congeladas. Mas mesmo assim soube que nem ginjas. O problema é que demorou apenas 5 minutos para desaparecer do prato... depois de uma hora inteira na cozinha...

É por estas e por outras que eu prefiro fazer doces... pelo menos sempre duram mais... ou não! lol

sábado, 20 de março de 2010

Dia mundial do sono

Hoje (ontem...), tiraram o protagonismo aos papás do país, para o partilharem com esta coisa tão boa que é dormir.

E hoje, que vi uns minutos de notícias na televisão, fiquei a perceber a causa de um problema grave que me vem a afectar de há uns aninhos para cá, e com tendência a piorar...

Afinal não é por causa dos neurónios que eu destrui ao repetir o exame para mudar de especialidade... Afinal também não é Alzheimer precoce... Afinal as minhas falhas de memória cada vez mais intensas são mesmo falta de dormir!

E por falar nisso... esqueci-me do que ia dizer... Vou mas é para a cama! :P

domingo, 14 de março de 2010

Alice in Wonderland

Mais um bom filme para se ver, pelo  menos para quem gosta do género. Eu sou suspeita, pois além de gostar da maioria dos filmes de Tim Burton, a Alice (ao lado do Peter Pan) sempre foi a minha história preferida na infância. De qualquer modo, é um filme que vale a pena por nos permitir entrar no mundo imaginário de Lewis Carroll, com toda a sua cor e bizarrias que não deixam de ser engraçadas. O meu destaque vai obviamente para o "gato que ri" (por me fazer lembrar do meu... lol), para o chapeleiro pela sua fabulosa caracterização e para a rainha cabeçuda que parece mesmo real... lol. E agora que o 3D está na moda, é um filme que não depende dessa tecnologia para ser bom. Aliás, só na cena final é que o 3D vale a pena... e sempre é mais agradável ver um fillme sem ter uns óculos ridículos na cara :P 

quinta-feira, 4 de março de 2010

Pensamento do dia X

"Quem nasce labrego, será sempre labrego."

Como diz o outro (aliás, a única coisa que ele disse com razão), há coisas que realmente são de berço. Por muito dinheiro que se tenha, dificilmente se perdem velhos hábitos. A educação, ou melhor, a formação como pessoa, é algo que não se compra.

Até podem vestir uns modelitos D&G daqueles com as letras bem grandes para todos verem a marca... mas que são contrafaccionados, porque até nisso se vê o espírito (de) pobre.

Até podem ser "amigos" de pessoas influentes... que só os toleram porque estão num nível acima, e ajudar os coitadinhos até é chique.

Até podem usar palavras caras e exibir o seu (des)conhecimento... mas quanto mais o fazem mais se enterram na imensa ignorância que lhes enche o cérebro.

Até podem esforçar-se em passar a mensagem de que são os supra-sumos em determinado campo... mas quem mais se gaba é quem menos motivos tem para se gabar... Quem é bom, não precisa de marketing...

Até podem dizer mal daqueles que realmente têm valor... mas é apenas a dorzinha de cotovelo e o subconsciente a sussurar-lhes ao ouvido "Nunca serás como eles!".

Depois, é vê-los a comer de boca e de asas abertas, a falar mal do prato dos outros mas a meter o garfo para roubar comida sem pedir licença. É vê-los com roupinha meticulosamente escolhida de modo a que tudo combine no mesmo padrão piroso... mas como combina pensam que é fashion, nem que os acessórios sejam da loja dos 300. É vê-los a não cumprimentar ninguém, a menos que estejam interessados em algo que o "ninguém" lhes possa oferecer. É vê-los a passar e a levar tudo à frente sem pedir desculpa. É vê-los a falar alto como uma peixeira que só o faz porque a sua profissão o exige. É vê-los a ser um conjunto desprovido de classe e de educação... quase caricatural... se não existisse mesmo!

Labrego, ou labregóide para os amigos, foi o termo que me veio à mente e que descreve na perfeição o tipinho...

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Whatever works

Vale a pena ver o novo filme de Woody Allen. Já há muito tempo que não conseguia ver um filme sem adormecer numa sala de cinema, portanto acho que isso quer dizer alguma coisa (e sim, estava cheia de sono).

Mais uma vez, a vida como ela é, sob o ponto de vista de um "génio" que, aparentemente resingão, consegue vê-la como um todo. Tudo isto pontuado por muitas gargalhadas, na onda daquele humor particular de Woody.

De facto, dada a importância do factor "sorte", whatever works é mesmo o mais importante...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

And the Oscar goes to...

Ultimamente tenho tido este pensamento. Já é difícil um filme surpreender-me, ou melhor, é cada vez mais difícil eu atribuir o adjectivo "espectacular" a qualquer filme que veja pela 1ª vez. Acho que a explicação é simples. É cada vez mais improvável que exista creatividade suficiente que transcenda tudo aquilo que já vi. Obviamente que continuam a surgir bons filmes, mas... fico sempre um pouco com aquela sensação do "been there, done that".

De qualquer modo, há pouco tempo descobri, por acaso, um filme que conseguiu surpreender-me. Não, não estou senil... obviamente que o filme é uma comédia aspirante a filme de suspense/terror, mas o nome está simplesmente genial: "Mega Shark vs Giant Octopus" (!!!!!). Acho que só por isso merece um lugar de destaque neste blog. Aqui fica o trailer para ficarem com vontade de ver o resto (ou não... lolol).

Não, não vi o filme, nem vou ver... mas gostei muito do conceito de "tubarão que ataca aviões". O Bin Laden que não veja este filme...

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Conversa de ancião

"Se calhar, amanhã descobres que há outro conjunto de coisas que, apesar de diferentes, são tão boas ou melhores do que aquelas que hoje julgas ser ideais."

Tenho, de facto, vindo a comprovar esta teoria. É mesmo assim. Às vezes estamos tão fechamos sobre aquilo que achamos ser o melhor, que quando espreitamos para além do muro vemos que andámos enganados. É um pouco como viver na "parvalheira". Só podemos admirar aquilo que conhecemos, e só podemos idealizar aquilo que achamos ser bom. Mas o problema de idealizar é esse mesmo... partimos de um pressuposto... não de uma certeza.

A idade é uma coisa gira. Não pela idade em si, mas pelas experiências que se têm, pelas coisas que se vêem. Todos nós passámos por aquela fase em que achámos ter o maior problema que algum dia alguém poderia enfrentar. E no início nunca acreditamos quando os mais velhos nos dizem que isso não é nada... que passa... e que mais tarde iremos ter outros problemas que farão estes parecer ridículos. Depois o tempo passa e acabamos por concordar e ser menos cépticos quando nos voltam a dizer que o tempo cura tudo. Acabamos por adquirir uma esperança mais... racional. Hoje sou eu a sorrir com a certeza de que os problemas dos outros se resolvem, mais cedo ou mais tarde.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Happy Valentine's!

Apesar de ser um dia nitidamente criado com o intuito consumista, aqui vai a minha homenagem a todos os apaixonados deste planeta.

Deixo-vos com uma das melhores bandas portuguesas a nível instrumental (vá... as letras podem chocar algumas mentes mais púdicas, mas pelo menos têm piada!... e aproveitem, que esta é das que tem menos ordinarice... lol!)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Lost


Wooowooo!!! Hoje estreia na Fox a 6ª e última temporada da série Lost. Adoooooro!! :D

Que é que irá sair dali? Até agora tem sido uma série que tem conseguido a difícil tarefa de me surpreender. Espero que não me desiluda...

(... bem... em último caso, há sempre o Sawyer... para descansar a vista... lololol)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Roubo

Na semana passada, através da greve dos enfermeiros, descobri que estou a ser escandalosamente roubada! Ora se a minha primeira remuneração já devia ser aquela, como é que depois de 6 anos a trabalhar estou a ganhar metade daquilo? Vou já fazer queixa à minha entidade patronal, à Ordem, aos sindicatos, à Câmara Municipal, à vizinha do lado, aos meus gatos e à sra da mercearia, porque isto não pode ser! Vou levar o panfleto e vão ter de me dar sérias explicações!

Obrigada pela informação valiosa e fidedigna, e por a terem distribuido na forma de panfletos para que todos nós possamos reclamar os nossos direitos por esse país fora! Vai ser a revolução!

Confiança

Nos últimos tempos tenho ouvido muita gente a falar de confiança, ou na dificuldade que é confiar em alguém. Para mim acaba por ser uma coisa "nova", uma vez que sempre fui mais adepta de confiar até "prova em contrário". No entanto parece que nos tempos que correm é mais sensato não confiar, em vez de dar o benefício da dúvida. As pessoas são cada vez menos frontais, menos leais, menos fieis... As relações humanas são cada vez menos duradouras, mais cheias de traições, intrigas e mesquinhez. E pior... nobody seems to care...

Falavam-me da dificuldade que é conhecer alguém, tendo em conta não só a pessoa, mas também o ambiente que a rodeia e que a faz ser como é. De facto, é algo que dá (muito) trabalho e nem toda a gente está disposta a dar um tiro no escuro correndo o risco da bala fazer ricochete. Compreende-se quando já se teve uma ou várias experiências menos boas... aquelas que não matam mas moem... E não se trata necessariamente de um "trauma", apenas de um reflexo condicionado... algo que se aprendeu com a experiência. Mas será que podemos generalizar e pensar que as pessoas agem, mais cedo ou mais tarde, da mesma maneira, e que as histórias se repetem? Será que assim viveremos com maior segurança? Será que assim seremos felizes?

No outro dia, uma amiga minha, daquelas que vivem no país das princesas e dos principes encantados, virou-se para mim com um discurso completamente derrotista, demasiado racional, limitado aos factos. Isso deixou-me um pouco chocada. Fez-me pensar que até mesmo os sonhadores deixaram-se acordar...

domingo, 31 de janeiro de 2010

Panorama Bar

Ontem à noite, estacionei o carro mesmo em frente à minha primeira morada lisboeta (saudade...) e fui pela primeira vez ao Panorama Bar, no último piso no Sheraton. Já me tinham dito que era muito giro, e de facto é mesmo. Só tive pena de não termos mesa junto à janela, pois a vista é fantástica. Pena também de não estar ninguém no lindíssimo piano transparente (a tocar Debussy... ou talvez não :P). Os preços obviamente que estão ao nível do lugar, mas gostei bastante do meu Avelã Baileys (que foi mais caro que o jantar! lol) e do Irish coffe que não resisti a provar.

Em resumo, e como diria o responsável pela visita, "um sitio para levar alguém que se quer impressionar"...

... (mas lá está... é a mim que têm de impressionar... lololol)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

Sunshine

Sim. Já não temo. Não sei que boatos correm por lá, mas já o sentia antes. Foi algo repentino e inexplicável pela rapidez com que tudo mudou de um dia para o outro. Mas de facto sinto-me diferente. Sinto-me outra pessoa. Não. Sinto-me "eu"... essa pessoa que eu já não sentia há muito tempo.

O ferimento sarou completamente e já nem consigo perceber onde foi. A cicatriz tornou-se tão ténue que perdeu a importância. Já não sinto falta de coisas anteriormente sentidas como imprescindíveis. Olho para trás com um sorriso indiferente. É mesmo verdade... no final tudo se resolve. Desta vez vou guardar a espada. Já não preciso dela. A partir daqui começa a verdadeira saga... aquela que merece ser vivida.

Novamente dentro de casa inspiro fundo. Fecho os olhos e sinto o silêncio.

E agora?

Acção-Reacção

Em que é que nos baseamos para concluir algo acerca do pensamento dos outros? É que nem sempre o vector acção-reacção converge para o mesmo sentido. Por isso, às vezes, estamos sujeitos a surpresas resultantes de más interpretações. Onde é que aprendemos essas noções? São mensagens subliminares transmitidas pelos nossos pais enquanto nos educam? São coisas que vemos na televisão, nas novelas, nos filmes? São coisas que vemos acontecer na vida de alguém nosso conhecido? São coisas que os nossos amigos nos "ensinam"?

Aquilo que nos parece lógico pode, de facto, estar muito longe da realidade. Aliás, a nossa própria noção de "lógica" vai variando com o tempo, com a idade, com as experiências. O que achávamos inapropriado, impossível ou sem sentido quando tinhamos 15 anos, se calhar passou a ser banal aos 30.

Quantas vezes agimos de uma maneira pensando que é desse modo que vamos obter um determinado efeito? Quantas vezes deixamos de dizer ou fazer qualquer coisa, para evitar uma reacção desagradável? E afinal, se calhar, se o tivessemos feito ou dito, o resultado final seria bastante diferente daquele que nós imaginámos. Ou pelo menos também não perdiamos nada... Mas isso nunca saberemos...

Qualquer dia perco a vergonha toda...

sábado, 16 de janeiro de 2010

Profecia

Num futuro próximo ou distante, não interessa, quando tudo for asséptico e controlado, quando o silêncio for puro e todos os sons que o interrompam forem em stereo e acompanhados de imagens a 3D flutuantes no ar... os nossos sonhos serão monitorizados para que deixemos de sentir tudo o que nos desagrada...

Tudo será ainda mais fútil e efémero...

domingo, 10 de janeiro de 2010

Vampiros

Já toda a gente sabe que quando uma fórmula começa a dar dinheiro, aparecem logo 2 ou 3 imitações. No mundo do cinema isso é flagrante (veja-se a moda das sequelas "à força") e na televisão basta lembrarmo-nos dos sucessivos reality shows, programas para encontrar novos cantores, ou novelas. Se a SIC tem o "Ídolos", a RTP1 tem o "Operação triunfo". Se a TVI tem o "Morangos com açúcar", a SIC tem o "Rebelde way"...

Já não há pachorra para esta febre dos vampiros. Admito que nos meus tempos de teenager gostava de ver a Buffy (até espremerem tanto a fonte que começou a descambar...), mas o sucesso da fórmula Twilight pôs toda a gente a adorar estas figuras de dentes afiados e as miudinhas a sonharem com um príncipe vampiro que as morda durante a noite. Ok, gostos são gostos... mas não exagerem!

Aqui há uns tempos estava a fazer zapping e vi o anúncio de estreia de uma nova série portuguesa da SIC sobre... vampiros! Mas outra coisa não seria de esperar... obviamente que a nossa televisão não ia deixar passar esta oportunidade de explorar o filão vampiresco. Só pude lamentar, revirar os olhos e mudar de canal. Ontem, liguei a tv, e não é que estava a dar outra série de vampiros (estrangeira) na RTP1? Há pouco, num novo zapping, dou por mim na TVI a assistir a outro anúncio de estreia, de outra série portuguesa sobre... vampiros!!

Pleaaaaase! Give me a break!!! Será que sou só eu a achar que o que é demais, enjoa?

P.S: E não é que quando eu acabei de publicar este post apareceu-me o seguinte anúncio no blogger: "Queres ser Vampiro? Será que tens o que é preciso? Vê o teu Potencial e Poder 4e/s! SouVampiro.com/crepusculo"... AAAAGGGHHHHH!!!!!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

6 meses depois...


E não é que a sacana da taróloga tinha mesmo razão?!...

... em tudo!!!


E porque é que eu não lhe dei ouvidos??...

... xxxxtúpida!!!