terça-feira, 2 de setembro de 2008

Crise

E eis que chegou um mês que eu sempre detestei. Setembro. Antigamente porque assinalava o fim do Verão... os dias mais pequenos... o frio a aparecer... o fim das férias... o início das aulas... Agora, simplesmente porque, apesar de o Verão já não ser o que era e eu já não andar a estudar, não deixa de ser um mês triste. Até a dormir já tenho frio... É aquela altura do ano em que me apetece emigrar para um país tropical... O sol faz milagres a nível da disposição... Enfim. Simplesmente estou sem inspiração e este mês não me irá ajudar em nada. Pelo contrário.

Precisava agora de outro Verão para me animar um pouco. Maybe next year... :´(

5 comentários:

Patrícia disse...

Engraçado, eu sempre adorei o Setembro. Mês de mudança, de friozinho (geralmente nesta altura estava farta do verão), de regresso às aulas, aos amigos, à vida. As férias de verão, se bem que óptimas para descansar sempre foram uma pausa na minha vida. Como sempre estudei longe de casa, não conseguia ver os meus amigos nas férias... e morria de saudades.
beijinhos

Vera disse...

Pois lá está... essa coisa do regresso à "vida"... não é necessariamente bom... ou pelo menos, no meu caso não é. Ainda se essa vida fosse boa... A mim quem me tira o sol, o calor, e as noites que só começam às 22h, tira-me tudo. O bom tempo traz boa disposição... e motivação para fazer certas coisas. A chuva e o frio só são suportáveis quando se tem uma boa companhia para se ficar enroladinho num cobertor a beber qq coisa quente.

james disse...

O verão é sem dúvida a estação mais agradável do ano. A luz tem um efeito muito positivo sobre a nossa disposição.

Há o calor, a praia, as noites de canícula, as esplanadas, a pouca roupa, etc, etc...

Já percebi que "suportavas" muito bem o Setembro se tivesses...a spring time in your life

Vera disse...

Pois... é isso mesmo... :)

Anónimo disse...

Gosto de encontrar Setembro em cada regresso, com tudo o que de novo deve chegar em cada estação. Em Setembro quero sempre o mundo, quero todas as músicas e todos os livros, quero todos os quadros e todos os filmes, todos os destinos e todos os fins de tarde.
Beijinhos,
Alexandre